sexta-feira, 27 de maio de 2016

Escorreguei na dieta: e agora nutri??

      Você começa todo determinado um plano alimentar, consultando o profissional nutricionista regularmente, tirando as dúvidas, fazendo tudo como manda o figurino... Porém, chega aquela data especial ou apenas o churrasco do final de semana tão aguardado com familiares e amigos, vem a famosa "pisada na jaca" na dieta... Começa a bater o desânimo e o sentimento de culpa, e uma coisa somente passa pela cabeça: e agora, nutri?
        Bom, para começar, digo que não é preciso que haja desespero ou desânimo por conta de uma "pisada na bola" no plano alimentar. Muito menos é preciso ficar com medo de receber um belo sermão no dia da consulta ao relatar a sua falha (muitos pacientes chegam até a esconder o que fizeram)... O que faremos é apenas dar um direcionamento para a pessoa, para que todo o processo de reeducação alimentar não se perca por conta de uma simples "jacada"...
           O nutricionista, nesse momento, assume um papel motivacional... É ele quem leva o paciente a não desistir, apesar das inúmeras tentações aos exageros alimentares. Por esse motivo, é importante que a relação com o paciente seja sempre franca e de troca. Relate o que saiu fora do plano alimentar (se houve um exagero, se não consegue seguir determinada refeição no horário combinado, etc.) no período entre as consultas, que certamente estaremos dispostos a ajudar na orientação do que necessário. 
            Reassuma a meta antes estipulada com o seu nutricionista, pois ele sabe qual a real necessidade do indivíduo quanto a alimentação. Ele deve montar um histórico do paciente para que os resultados alcançados sejam comparados e visualizados a cada visita no consultório. Então, se o saldo entre o que se perdeu com esse deslize for menor do que os ganhos obtidos do início do acompanhamento até o momento, o paciente deve retomar o acompanhamento normalmente.
        Agora, se o prejuízo for maior do que os ganhos, o nutricionista repensará na dieta passada ao paciente, e focará em mais maneiras para que se torne mais fácil para a pessoa seguir um plano alimentar saudável. Tudo feito pensando no estilo de vida e na história de forma individual do seu paciente. E caso esteja insastisfeito com o seu nutricionista, procure por outro! 
          O recado que deixo é o seguinte: escorregou na dieta, procure o nutricionista novamente e não desanime! Ele irá auxiliar no for necessário para que os melhores resultados sejam alcançados!!! 



Até a próxima!!!!
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sexta-feira, 6 de maio de 2016

O desinteresse por alimentos na fase pré-escolar

    A inapetência do 1º aos 6 anos de idade é um problema comum, nada mais sendo do que a redução da velocidade de crescimento associada a uma redução de apetite e interesse por alimentação. Pode ser causada como um meio da criança chamar atenção para si ou por carências nutricionais, como a deficiência de ferro. 
     Entre as estratégias que podem ser adotadas estão: o estímulo ao interesse em manipular os alimentos e manter intervalos e número de refeições regulares (o ideal é que a criança se alimente a cada 3 horas, realizando de 5 a 6 refeições por dia). 
      A família deve servir como um exemplo nesses casos, estimulando o consumo de alimentos saudáveis, como legumes, frutas e verduras, visto que as preferências nessa fase são sempre pelas guloseimas (doces, salgadinhos, bolachas, etc.). O volume das refeições deve ser pequeno, de acordo com a necessidade e capacidade alimentar da criança. Talheres, copos e utensílios devem ser adequados ao universo infantil, sendo coloridos de fácil manipulação. 
Exemplo de utensílios para alimentação infantil
      Se houver a recusa da refeição, não substituir por alimentos como mamadeiras, achocolatados, iogurtes, entre outros do tipo.Aguarde o momento da próxima refeição para oferecer novamente o alimento a criança. Os alimentos que a criança não aceita devem ser mantidos sem que haja cobranças para a criança consumí-lo, e havendo sobras no prato, retirá-lo sem comentários. 
      As guloseimas não devem ser utilizadas como forma de recompensa ou castigo. Muitos pais permitem que a criança passe a ingerir o que gosta, agravando a situação de seletividade na hora de comer. Portanto, fique bem atento aos sinais da inapetência, e procure um nutricionista para auxiliar na melhor estratégia de incentivo para que a criança não deixe de realizar as refeições de forma saudável.

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Até a próxima!!!
"Os textos desse blog são apenas informativos. Nada substitui o acompanhamento nutricional realizado pessoalmente".